O agronegócio brasileiro ganhou um ícone com a Cooxupé a maior cooperativa de café do mundo que em 2024 alcançou um faturamento impressionante de R$ 10,5 bilhões. Tudo começou em 1932 com Isaac Ferreira Leite um empresário visionário que transformou o sonho de unir pequenos produtores em uma potência global do café. Fundada em Guaxupé Minas Gerais a cooperativa surgiu para fortalecer os cafeicultores em um mercado então dominado por grandes fazendas. Hoje ela reúne mais de 18 mil cooperados e exporta para 51 países consolidando o Brasil como líder na produção e venda de café. O legado de Leite é um exemplo de como visão e colaboração podem criar um negócio bilionário. Vamos conhecer essa história de sucesso que mudou o setor cafeeiro.
Isaac Ferreira Leite assumiu a liderança da Cooxupé em uma época desafiadora quando Minas Gerais produzia apenas 3 milhões de sacas de café por ano. Os pequenos produtores enfrentavam dificuldades como falta de crédito maquinário e armazéns além de preços injustos impostos pelo mercado. Decidido a mudar esse cenário Leite fundou a cooperativa inicialmente como uma instituição de crédito agrícola. Em 1957 ela evoluiu para uma cooperativa de produção focada em oferecer suporte técnico e melhores condições de comercialização. Esse negócio bilionário começou com a ideia de dar poder aos cafeicultores locais. A ousadia de Leite pavimentou o caminho para uma revolução no setor.
Sob a gestão de Leite a Cooxupé expandiu suas operações pelo Sul de Minas Cerrado Mineiro e Vale do Rio Pardo em São Paulo. Hoje 95% de seus cooperados são pequenos produtores da agricultura familiar o que reforça seu papel social no agronegócio. A cooperativa não só comercializa café mas também investe em infraestrutura como armazéns e laboratórios de qualidade além de uma torrefação própria que produz mais de mil toneladas mensais. Esse negócio bilionário exportou 5,2 milhões de sacas em 2024 representando 10% das exportações brasileiras de café. A visão de Leite transformou a Cooxupé em um modelo de cooperativismo admirado mundialmente.
O sucesso desse negócio bilionário não veio sem desafios. Nos primeiros anos a competição com grandes fazendas e a falta de recursos exigiram estratégias inovadoras. Leite apostou em educação técnica e na união dos produtores para negociar melhores preços algo revolucionário para a época. Carlos Augusto Rodrigues de Melo atual presidente da Cooxupé destaca que Leite estava à frente de seu tempo expandindo a cooperativa em regiões estratégicas do país. Esse negócio bilionário hoje oferece serviços que vão desde crédito até certificação de cafés especiais via SMC uma empresa do grupo criada em 2009. A base sólida deixada por Leite segue sustentando esse crescimento.
A Cooxupé também se destaca por sua sustentabilidade um pilar que reflete os valores de seu fundador. Programas como o Núcleo de Educação Ambiental (NEA) já capacitaram 150 professores e atenderam 21 mil alunos promovendo boas práticas agrícolas e consciência ambiental. Esse negócio bilionário investiu R$ 40,6 milhões em 2024 em novos armazéns e um centro de distribuição em Guaxupé mostrando seu compromisso com a eficiência e o futuro. A cooperativa mantém o equilíbrio entre lucro e impacto social beneficiando comunidades rurais em cerca de 200 municípios. A visão de Leite ainda guia essas iniciativas.
No mercado global esse negócio bilionário é sinônimo de qualidade e confiança. Os cafés da Cooxupé chegam a países como Estados Unidos Japão e Alemanha com destaque para os grãos especiais que conquistam consumidores exigentes. A cooperativa é a maior exportadora individual de café do mundo um feito que reflete sua capacidade de unir pequenos produtores em uma força competitiva. Em 2024 seu faturamento de R$ 10,5 bilhões a colocou entre as gigantes do agronegócio brasileiro segundo rankings como o da Forbes. O trabalho iniciado por Leite segue rendendo frutos e dividendos impressionantes.
A história desse negócio bilionário também enfrenta críticas como os casos de cooperados flagrados em condições trabalhistas irregulares em 2023 e 2024. Apesar disso a Cooxupé responde suspendendo atividades comerciais com os envolvidos e reforçando políticas de conformidade. A cooperativa mantém uma estrutura robusta com 16 núcleos cinco filiais e dois mil funcionários que asseguram sua operação. Esse negócio bilionário prova que é possível crescer sem perder a essência do cooperativismo. O legado de Isaac Ferreira Leite é um exemplo de resiliência e inovação no campo.
Por fim o negócio bilionário da Cooxupé é mais que um sucesso financeiro é a realização de um sonho que começou há 93 anos. Isaac Ferreira Leite deixou um marco no agronegócio ao criar uma cooperativa que hoje é referência mundial unindo pequenos produtores em uma potência de R$ 10,5 bilhões. Seu modelo inspira outras regiões e setores mostrando que colaboração e visão estratégica podem transformar realidades. Esse negócio bilionário segue crescendo com os olhos no futuro mas firmemente enraizado nos ideais de seu fundador. A Cooxupé é a prova viva de que o café brasileiro tem força para conquistar o mundo.
Autor: Edgar Romanov
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital